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Indústria e Comércio

Quanto Custa Manter um Contrato de Manutenção de Gás Para Empresas

Equipe Império Gasista · · 4 min de leitura

Técnico avaliando instalação de gás com equipamento de medição

Empresas que dependem de gás no dia a dia costumam se perguntar se vale a pena fechar um contrato de manutenção periódica, em vez de chamar um técnico só quando algo dá problema. A resposta, na maioria dos casos, é sim — e o motivo é mais financeiro do que parece à primeira vista.

O que costuma compor o custo do contrato

  • O número e o tipo de equipamentos cobertos
  • A frequência das visitas (mensal, trimestral ou outra)
  • Se o contrato inclui prioridade em emergências
  • O número de unidades atendidas, no caso de empresas com mais de um endereço

Por que costuma sair mais barato que chamados isolados

Chamados de urgência, principalmente fora do horário comercial, tendem a custar mais do que uma visita programada. Além disso, o contrato periódico identifica desgaste antes que ele vire um reparo maior — reduzindo o número de chamados de urgência ao longo do ano.

Para quem o contrato faz mais sentido

Negócios com uso intenso de gás — restaurantes, padarias, indústrias — costumam ter o maior retorno com o contrato periódico, já que o custo de uma parada inesperada é bem maior do que o valor da manutenção preventiva.

O valor exato varia conforme o porte do negócio — o caminho é avaliar o histórico de chamados dos últimos meses e comparar com o custo de um contrato dimensionado pra sua operação.

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